segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Flor de Tecido




Material:

lápis grafite e borracha
molde para recortar as pétalas
retalho de tecido  na cor desejada
agulha e linha
tesoura para tecido
cola branca
pincel para cola branca (qualquer pincel de pintura faz o serviço)
pistola de cola quente e cola pra pistola

A primeira coisa é escolher o tecido. Como é para fazer um porta guardanapo, pensei em algo mais rústico e usei um retalho de oxford que tinha aqui no atelier.

É bom que o tecido escolhido não seja molinho, nem suave, porque precisamos dar forma às pétalas, dobrando, etcetera. Mas tem um truque (tudo tem seu truque).

Depois do tecido escolhido, você precisará de moldes. Recorte num papel firme, (cartão, por exemplo) e desenhe alguma coisa como na imagem que aparece abaixo.


Estas pétalas dão uma linda azaléia, que foi o que fiz. Foram necessárias seis camadas de pétalas, porque a azaléia é bem cheia.


Se fizer mais redondo e menor, dá uma rosa (umas cinco camadas bastam). Completamente redondo dá uma peônia.

É bom fazer dois tamanhos de molde, como na imagem abaixo

Depois disso feito, use os moldes para traçar no tecido o que dará forma à sua flor. Dai recorte.

Primeiro truque: quando recortar todas as pétalas, você reparará que fica desfiando. Não há problema. Você pode deixar assim, que ficará um pouco mais rústico. Ou pode usar o truque de queimar a borda das pétalas. Use uma vela para facilitar, passe rapidinho, numa distância segura. Reforçando: cuidado!


Segundo truque: o oxford é um tecido de trama fechada e meio grossinho, mas ainda assim é mole. Logo vi que não ficaria na textura que eu precisava para moldar as pétalas. Dai que é só passar cola branca e deixar secar. Ficará com uma textura plástica, ótima para trabalhar.





Quando secar você poderá montar a flor, que pede alguma paciência, porque se alterna costura e colagem.

A base de cada camada de pétalas deve ser costurada, como na imagem abaixo.


Isto feito, vá colando as camedas de pétalas, das maiores para as menores (as vezes terá que costurar também, para fortalecer) sobrepondo as camadas.


O miolo da flor deve ser colado mais agarradinho entre eles, para formar, logicamente, um botão. É a parte mais chata.

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http://reverberaquerida.blogspot.com

    sábado, 28 de agosto de 2010

    Imagem da Semana

    COMECEI COM UM ITEM IMAGEM DA SEMANA E PAREI..... RETOMEMOS:
    Fotografia de Tom Palumbo .
    Tom Palumbo foi um grande fotógrafo de moda das décadas de 1950 e 1960. Começou a trabalhar com fotografia quando foi contratado como assistente do fotógrafo James Abbe. Sua experiência com Abbe o levou a trabalhar como fotógrafo comercial. Desde então seus trabalhos apareceram em revistas como Vogue e Harper’s Bazaar, as duas o contratariam futuramente.
    Palumbo também era diretor de teatro e comerciais. Dirigiu peças off-Brodway, que são teatros menores que o Brodway que todo mundo já ouviu falar. Palumbo morreu em 2008.

    quinta-feira, 26 de agosto de 2010

    Organizando as bugis

    Vejam que idéias interessantes:
    Brass Razoo Boutique
    O Bom de usar as paredes é que a gente economiza espaço para as outras coisas que ama!!

    terça-feira, 24 de agosto de 2010

    Vintage

    Em BH o frio reinou na última semana. Nesta época, sempre dizem que "no inverno é bom porque as pessoas se vestem melhor".
    Nem sempre o resultado dá certo, principalmente, quando a pessoa tenta ser muito fashion.
    Mas, a idéia de que no calor todo mundo se veste de forma despretensiosa, buscando conforto e frescor, enquanto no frio o look pode ser mais elaborado, até faz sentido.
    Quem costuma bisbilhotar em sites e blogs gringos percebe que no inverno é mais fácil encontrar fotos com visuais mais inspiradores.
    No verão escaldante que está fazendo lá fora, o combo: short jeans+regata+chinelinho parece dominar.
    Mas, a idéia deste post surgiu a partir das fotos abaixo, da campanha da Raquel Zimmermann para a Chloé.


     Repare bem...o novo tem cara de antigo, de clássico.
    Calça cintura alta, camisa de seda, gola laço, tons básicos...mamãe já usou muito, e agora, sou eu a suspirar.
    Virei "dona" e nem percebi?!
    A marca que já foi a preferida de Jacqueline Kennedy e Brigitte Bardot, desde sempre apresenta peças que são símbolo de elegância, independente da época.
    O que se vê, cada vez mais, é justamente isso: roupas e acessórios bem parecidos com os que já foram desejados por gerações anteriores, e que se for usado hoje ou daqui um ano, provavelmente, será considerado elegante.
    Leia-se elegante, como aquela peça bem cortada, de tecido bom, que quando você usa se sente poderosa, mesmo se tratando de uma peça bem basiquinha. E ainda, que faz você se achar uma mulher bem sucedida, independente de ser a mais nova estagiária ou a chefona do lugar.
    Parece que essa aposta em peças clássicas não é apenas da Chloé, veja os modelos abaixo.


    Tiradas de algum desfile ou editorial dos anos 50, 60, 70? Não!
    Da esquerda para direita: desfile Louis Vuitton, desfile Prada, desfile L'Wren Scott (a estilista que namora o Mick Jagger, e que "lembra" a Luciana Gimenez) e por fim, editorial recente da Vogue UK.

    Então, a foto acima é de algum editorial de verão de uma revista de agosto? De novo, não!
    Diretamente dos anos 60.

    Novamente, a linda da Rachel Zimmermann, agora na Vogue US de agosto.
    Chiquérrima! Entretanto, para mim não tem cara de novo.
    Mas, ai você pensa: se eu sair por ai usando o vestidinho rosa, é melhor colocar uma plaquinha "ultima coleção da Prada", caso contrário vão tachar de look vovozinha.
    Ou ainda dizer: agora tá fácil, vou fazer a festa no brechó mais próximo e justificar que estou seguindo a ultima tendência européia.
    A pergunta que fica: é possível seguir essa onda, e investir em visuais clássicos e elegantes, sem ficar com cara de datado?

    Vestidos de corte reto e simples.
    Mangas 3/4, como o vestido da Giovanna Battaglia estão em alta. Repare que ela deixa tudo mais interessante usando um cinto fininho e uma encharpe, duas peças para lá de clássicas.
    Lembrando que ela, na minha opinião é uma das mulheres mais estilosas do mundo fashionista.
    No look da direita, só para frisar que uma boa bolsa e um belo casaco ajudam a criar o look poderosa.
    Agora, esqueça a meia-calça branca, trabalhada ou não, se suas pernas não forem tão finas quanto as da moça. Depois de uma certa idade (e quilos), meia-calça clara deve se tornar lembrança das aulas de balé da infância.

    Invista no casaqueto!
    Tente desviar a atenção da bolsa Chanel (outro clássico) e preste atenção no casaqueto e lenço que a moça está usando.
    E a Emma Watson? Casaqueto+cintinho+colar poderoso usado com camisa de colarinho.
    Não parece tão dificil, não é mesmo?

    Mas, look elegante só é feito com cores básicas?
    Eu acho que não.
    De novo, vestidos de corte simples, casaqueto, manga 3/4.
    Lembrando que, a moça de amarelo está usando um cinto Moschino, que já foi símbolo da cafonice do final dos anos 80, e, simplesmente, de uma hora pra outra, voltou com tudo, verdadeira febre.´
    Ok, mas você é jovem, moderna, estilosa, que não está a fim de ser confundida com sua chefe, nem ser chamada de clássica.
    Então, essa onda não é para você?

    As fotos acima mostram que não.
    Mais uma vez: manga 3/4, o clássico preto e branco e casaqueto.

    Onde você mora não faz frio? Gosta mesmo de visual desposado? Macacão colorido de tecido molenga! Clássico dos anos 80, e olha ai a manguinha 3/4, de novo!
    Você quer fazer o estilo jovem poderosa, mas não aguenta visual monocromático, nem preto&branco? Casaqueto, cinto fininho e cores vibrantes nos acessórios.
    E ai, qual a peça ou acessório que faz você se sentir poderosa e atemporal?

     Fonte: http://liemalgumlugar.blogspot.com/

      domingo, 22 de agosto de 2010

      29ª Bienal de São Paulo

      Foto: Identidade visual da 29ª Bienal de São Paulo (2010)
      A 29ª Bienal de São Paulo está ancorada na ideia de que é impossível separar a arte da política. Essa impossibilidade se expressa no fato de que a arte, por meios que lhes são próprios, é capaz de interromper as coordenadas sensoriais com que entendemos e habitamos o mundo, inserindo nele temas e atitudes que ali não cabiam e tornando-o, assim, diferente e mais largo.
      A eleição desse princípio organizador do projeto curatorial se justifica por duas principais razões. Em primeiro lugar, por viver-se em um mundo de conflitos diversos, onde paradigmas de sociabilidade são o tempo inteiro questionados, e no qual a arte se afirma como meio privilegiado de apreensão e simultânea reinvenção da realidade. Em segundo lugar, por ter sido tão extenso esse movimento de aproximação entre arte e política nas duas últimas décadas, se faz necessário, novamente, destacar a singularidade da primeira em relação à segunda, por vezes confundidas ao ponto da indistinção.
      É nesse sentido que o título dado à exposição, “Há sempre um copo de mar para um homem navegar" – verso do poeta Jorge de Lima tomado emprestado de sua obra maior, Invenção de Orfeu (1952) –, sintetiza o que se busca com a próxima edição da Bienal de São Paulo: afirmar que a dimensão utópica da arte está contida nela mesma, e não no que está fora ou além dela. É nesse “copo de mar” – ou nesse infinito próximo que os artistas teimam em produzir – que, de fato, está a potência de seguir adiante, a despeito de tudo o mais; a potência de seguir adiante, como diz o poeta, “mesmo sem naus e sem rumos / mesmo sem vagas e areias”.
      Por ser um espaço de reverberação desse compromisso em muitas de suas formas, a mostra vai pôr seus visitantes em contato com maneiras de pensar e habitar o mundo para além dos consensos que o organizam e que o tornam ainda lugar pequeno, onde nem tudo ou todos cabem. Vai pôr seus visitantes em contato com a política da arte.
      A 29ª Bienal de São Paulo pretende ser, assim, simultaneamente, uma celebração do fazer artístico e uma afirmação de sua responsabilidade perante a vida; momento de desconcerto dos sentidos e, ao mesmo tempo, de geração de conhecimento que não se encontra em nenhuma outra parte. Pretende, por tudo isso, envolver o público na experiência sensível que a trama das obras expostas promove, e também na capacidade destas de refletir criticamente o mundo em que estão inscritas. Enfim, oferecer exemplos de como a arte tece, entranhada nela mesma, uma política.
      Equipe Curatorial
      Com curadoria de Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias, a 29ª Bienal de São Paulo conta, ainda, com um grupo de curadores convidados de procedências diversas, os quais contribuem para que o projeto tenha amplitude e densidade compatível com a vocação internacional que a instituição possui desde sua origem, são eles: Fernando Alvim (Angola), Rina Carvajal (Venezuela / Estados Unidos), Yuko Hasegawa (Japão), Sarat Maharaj (África do Sul / Reino Unido) e Chus Martinez (Espanha).
      O Lugar e o Tempo da Mostra
      A exposição contará com cerca de 160 artistas de diversas partes do mundo, sem tomar a origem territorial como valor de seleção. Nesse sentido, reafirma-se a abolição das chamadas representações nacionais, traço característico da Bienal de São Paulo até poucos anos, mas que não mais traduz a complexa rede de migrações e de trânsitos que marca a vida contemporânea. É importante para a 29ª Bienal de São Paulo, porém, enfatizar o lugar e o tempo a partir dos quais ela é organizada: desde o Brasil e desde um momento de rápida reorganização geopolítica do mundo.
      Bienal Estendida
      O projeto aqui anunciado não se esgota na apresentação de um conjunto articulado de obras, embora este seja, é evidente, seu núcleo e seu lugar de destaque. Tampouco se comprime apenas nas datas em que a exposição estará aberta. A 29ª Bienal de São Paulo se estenderá a várias outras partes, e começa desde agora. Por meio de seu programa educativo, de atividades discursivas, de residências artísticas e de seu website, ela se afigura como um projeto múltiplo que aposta na arte como forma de conhecer e mudar o mundo de uma maneira única. 
      Calendário

      20 de setembro de 2010


      9 às 17h - Pré-abertura para imprensa


      21 de setembro de 2010


      9 às 17h - Imprensa


      19h - Pré-abertura para convidados


      22 a 24 de setembro de 2010 


      19h - Abertura para convidados


      22 e 23 de setembro de 2010 


      Manhã e tarde - Professores (Programa Educativo)


      25 de setembro de 2010 


      10h - Abertura ao público


      12 de dezembro de 2010 


      Encerramento


      Horários de funcionamento


      De 2ª a 4ª feira: das 9 às 19h.


      5ª e 6ª feira: das 9 às 22h.


      Sábado e domingo: das 9 às 19h.

      Entrada gratuita
       Mais informações 

      quinta-feira, 19 de agosto de 2010

      Cool

       Spring Summer 2011  Medellín
      Pepa Pombo

      segunda-feira, 16 de agosto de 2010

      (f) utilidades....

      Um pequeno tutorial com os tipos de olhos e os segredos para ficar com olhos irrestiveis.
      De http://doremila.blogspot.com

      sábado, 14 de agosto de 2010

      Futilidades...

      Não é de hoje que, quando uma novela estreia, chove cartas na emissora perguntando qual é a cor de esmalte que aquela personagem usa e, a partir daí, uma cor vira moda. E se o assunto da global 'Ti-ti-ti' é a moda, isso não poderia ser diferente.
      Dessa vez a Globo se adiantou e lançou, em parceria com a Speciallità, as cores usadas pelas mulheres da novela, de acordo com o perfil de cada uma delas. São 12 esmaltes que levam os nomes das personagens de 'Ti-ti-ti'. Assim, quando se interessar pela cor de alguma delas já sabe onde encontrar.
      Os esmaltes estão à venda no site da Speciallità, por R$ 3,50 cada. 
      Fonte: yahoo.com