segunda-feira, 31 de maio de 2010

Desenho de moda de Lady Gaga por Armani

Lady Gaga terá alguns de seus looks da nova turnê desenhados pelo estilista Giorgio Armani.  o estilista também desenhou sapatos e óculos para combinar com todos os modelitos usados pela cantora.




Fonte: Ego/Globo.com

BUGIS!!!!!

Carteira de retalhos variados:

Neste produto há técnicas aliadas de costura,pintura, bordado e patchwork!
VEJA MAIS!

domingo, 30 de maio de 2010

Look da semana

OUTONO NUDE
byMK - Comunidade de Moda: OUTONO NUDE

Walter Rodrigues

Walter Rodrigues verao 2011 Walter Rodrigues Primavera Verão 2011

O desfile de Walter Rodrigues na abertura do Fashion Rio Primavera-Verão 2011 inovou n com a apresentação de um casting formado apenas por modelos negras. O Japão, referência da coleção de inverno passada, foi substituído pela  união África e Pernambuco, cheia de turbantes, faixas na cintura,(o que confirma a mega tendência da cintura alta) maxi colares e muitos detalhes artesanais ( o que confirma a tendência "orgânico" já apontada pelo MTP).



Walter Rodrigues verao 2011 2 Walter Rodrigues Primavera Verão 2011
WalterRodrigues Walter Rodrigues Primavera Verão 2011

sábado, 29 de maio de 2010

Ainda em "alta"

Fashion Business verão 2011 . O evento, que é uma grande bolsa de negócios de moda da América Latina, com muitos expositores, começou no último dia 18 de maio e terminou dia 21 no Senac Rio e mostrou que cintura alta, seja em saias, shorts e até calças, atravessará o outono-inverno 2010 e chegará firme e forte no verão 2011. Confira!

cintura alta 2 Cintura Alta, Moda Para Usar (e abusar)

Óooooooootimo!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

I love Carrie Bradshaw


Estreia nesta sexta-feira, dia 28, em todo o Brasil “Sex and the City 2”, a continuação das peripécias das inseparáveis amigas Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Charlotte York (Kristin Davis), Miranda Hobbes (Cynthia Nixon) e Samantha Jones (Kim Cattrall).  Relembro aqui alguns dos meus looks preferidos de Carrie na série.










Photoshop

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Bono Vox posa para campanha da Louis Vuitton

Enquanto nas campanhas de moda as marcas apostam, em sua maioria, em modelos no lugar de celebridades, a Louis Vuitton agrega mais um supernome à campanha "Valores Essenciais": o músico Bono Vox.


 O cantor vai da capa da Vogue de maio para os anúncios da - grife francesa - Foto: Reprodução
O vocalista da banda U2 posa para as imagens que começam a circular depois da campanha que traz os ex-jogadores Pelé, Maradona e Zidane, que será veiculada a partir de junho.
Bono é dono da marca de moda sustentável Edun, criada em 2005 com sua mulher Ali Hewson, e faz parte do conglomerado de marcas do grupo LVMH, que detém a Louis Vuitton.
O cantor também aparece em uma das três capas de maio da Vogue francesa, ao lado da atriz Penélope Cruz, que é editora convidada da publicação nesta edição.
POR FASHIONMAG.COM

Prada lança bolsa ecológica para substituir sacolas plásticas


Prada
A poderosa grife italiana Prada acaba de lançar mais um modelo de bolsas para sua vasta coleção de 'it bags'. A novidade da temporada é a linha 'B.Y.O.' que, ao contrário de muitas das luxuosas peças da marca, conta com design minimalista e pesa apenas 150 gramas. O nome é a abreviação de 'Bring your own bag' - na tradução: "Traga sua própria bolsa' - e faz parte de uma campanha da empresa para incentivar o uso de sacolas retornáveis ao invés das tradicionais peças de plástico, que agridem o meio ambiente quando descartadas. 

Com apelo ecológico, o acessório tem tamanho médio e conta com uma vasta opção de estampas, incluindo flores, grafismos e xadrezes. As peças - que custam cerca de U$ 360 - contam com duas opções de materais: nylon e algodão, sendo que as alças do modelo são feitas em couro.
iSSO É QUE É LUXO!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

ACABOU!

Já tô com saudade......


    Se for pra copiar o que vem de fora....



    ...que não seja tão óbvio!!!!!


    Yohji Yamamoto: fall 2010


    Anne Demeulemeester: fall 2010

    Que tal esses aí pra começar?
      

    terça-feira, 25 de maio de 2010

    Brincando com o Corel



      Cannes

      Ag./Getty Images

      Arrasou Salma!!! O cabelo, além de sexy, é ideal pra baixinhas como ela e os vestidos, um show a parte!
      E ainda doou um vestido para ajudar o Haiti!
      AFP/Agência
       Vestidos Gucci.

      segunda-feira, 24 de maio de 2010

      Editorial de moda

      A revista Elle de maio apresenta um editorial inspirado nos anos 20 com megatendências para o inverno:meia-calça rendada, arrastão, meia-calça de poá, meias 7/8, ombros destacados, preto e branco..











      Fotos : Fábio Bartelt; edição: Susana Barbosa; modelo: Viviane Orth.

        Rose Bowl - Black Eyed Peas (featuring SLASH) - Sweet ...




          domingo, 23 de maio de 2010

          Look da Semana

          Militarismo e vintage: supertendência outono-inverno!byMK - Comunidade de Moda: Outono

          Malevitch

          Kazimir Severinovitch Maliévitch, transliteração do cirílico Казимир Северинович Малевич (Kiev, 12 de fevereiro de 1878 – São Petersburgo, 15 de maio de 1935) foi um pintor abstrato ucraniano. Fez parte da vanguarda russa e foi o mentor do movimento conhecido como Suprematismo.
          Kazimir Maliévitch nasceu perto de Kiev, Ucrânia. Seus pais, Seweryn e Ludwika Malewicz, eram poloneses étnicos e ele foi batizado na Igreja Católica Romana. O pai foi supervisor nas refinarias de açúcar, pelo que era obrigado a viajar constantemente.
          Em Parjómovka, Kazimir completa os cinco anos de Escola de Agricultura; gosta do campo e aprende por si mesmo a pintar as paisagens e os camponeses que o rodeiam. Em Konotop dedica-se exclusivamente a pintar e produzir a sua primeira obra. Em meados dos anos noventa consegue ser admitido na Academia de Kiev.
          Em 1904, após a morte de seu pai, Maliévitch mudou-se para Moscovo, onde estudou na Escola de Pintura, Escultura e Arquitectura de 1904 a 1910 e no estúdio de Fedor Rerberg, em Moscovo (1904-1910). Foi um período de muitas descobertas para o jovem artista. Em Moscou, graças a coleções importantes de quadros franceses de S.I. Chtchukine e de I.A. Morozov, Maliévtich conheceu o impressionismo, o cubismo e o fovismo.
          Trabalhou com os poetas Alexei Kruchenykh e Velimir Khlebnikov, e em 1913, fez os cenários da opera futurista Vitória sobre o sol (libreto de Kruchenykh, prólogo de Khlebnikov, música de Mikhaïl Matyujin). Era o período do alogismo, da obra ininteligível, que seria substituída pelo suprematismo.
          Em 1911, participou na segunda exposição do grupo vanguardista Soyuz Molodyozhi ("União da Juventude"), em São Petersburgo, juntamente com Vladimir Tatlin. Em 1912, o grupo realizou a sua terceira exposição, que incluiu obras de Aleksandra Ekster, Tatlin e outros. No mesmo ano, participou da exposição colectiva Rabo do burro, em Moscovo. Nessa altura as suas obras foram influenciadas por Natalia Goncharova e Mikhail Larionov, pintores russos de vanguarda que estavam particularmente interessados no folclore russo chamado lubok.
          Ao lado de Kandinsky e Mondrian, Maliévitch é um dos inventores e teóricos da arte não figurativa. Como fundador do Suprematismo, levou o abstracionismo geométrico à sua forma mais simples, sendo o primeiro artista a usar elementos geométricos abstratos.
          O Quadrado negro sobre fundo branco, pintado entre 1913 e 1915, constituiu uma ruptura radical com a arte existente na época. É composto por dois quadrados, um dentro do outro, com os lados paralelos aos da tela. A obra foi apresentada pela primeira vez na exposição 0,10 em Petrogrado, com 38 outras obras supremasitas, marcando o lançamento do manifesto e o início do movimento.
          Entre 1915 e 1916 trabalhou com outros artistas suprematistas em uma cooperativa de artesãos e camponeses em Skoptsi e Verbovka. Em 1916-1917 participou de exposições do grupo Valet de carreau em Moscou juntamente com Nathan Altman, David Burliuk e Aleksandra Ekster, entre outros.
          É por sua concepção da relação entre arte pura e arte aplicada que Maliévitch entra em conflito com os construtivistas.
          Com a Revolução de 1917, Malevich trabalha como professor e pesquisador. Sua primeira exposição individual foi inaugurada em 1919, em Moscovo.
          De 1919 à 1922, o artista viveu e trabalhou em Vitebsk, como professor. Fundou o grupo Unovis (afirmadores da nova arte) constituído por alguns dos seus alunos. Nessa época escreveu a maior parte dos seus textos filosóficos e teóricos. A partir de 1923, o artista viveu em Petrogrado, continuando a ensinar. Por volta de 1925, começa a construir os architectons, composições suprematistas espaciais. Em 1927, Malevich expôs suas obras pela primeira vez em Berlim e retornou à arte figurativa. Deixou na Alemanha 70 quadros e um manuscrito "O suprematismo ou o mundo sem objeto", publicado pela Bauhaus. Durante a guerra, cerca de quinze dos seus quadros desapareceram e jamais foram reencontrados. Uma parte deles está atualmente no Stedelijk Museum de Amsterdam e outra, no MoMA de Nova York.
          Em 1929, foi acusado pelo governo soviético de "subjectivismo" e nos anos que se seguiram foi continuamente atacado pela imprensa. Perdeu suas funções oficiais e chegou a ser preso e torturado. Morreu abandonado e na pobreza, em São Petersburgo, em 1935. Apesar de ter recebido funerais oficiais, a condenação de sua obra e do suprematismo foi seguida de um esquecimento de décadas. O reconhecimento do artista só ocorreu a partir dos anos 1970. Desde então, numerosas retrospectivas pelo mundo consagraram Kasimir Malevitch com um mestre da arte abstrata.


          (Supremus No. 58) 1916
           Oil on canvas  79.5 x 70.5 cm.
          State Russian Museum, St. Petersburg
          Fonte:wikipedia

          sábado, 22 de maio de 2010

          Louis Vuitton - Fall Winter 2010/2011


           Militarismo e vintage são apostas para o inverno. Em Paris, a Louis Vuitton renovou a modelagem godê, típica das silhuetas dos anos 1950.

          sexta-feira, 21 de maio de 2010

          Chaplin

          Estou revendo neste momento  "O grande ditador" no FUTURA (10:39 PM) .
          Não sei se ainda estou meio extasiada com "Bastardos Inglórios" do Tarantino ou se Chaplin é realmente algum fenômeno inexplicável do cinema mundial! Vai aí um pedacinho do último discurso do Ditador:



          Deleitem-se!

          Bugis do fundo do mar

          Nos stands do MTP: Fundo do Mar

          O tema do MTP Verão 2011 foi Água, de modo que as paisagens aquáticas serviram de inspiração para muitas marcas. Vegetações do fundo do mar, animais marítmos, criaturas mitológicas, tudo isso virou pauta dentro desse direcionamento.

          heliana lages
          Heliana Lages Verão 2011


          .
          Elisa Atheniense Verão 2011


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          Ananda Verão 2011


          pbh_ss11_012
          Paula Bahia Verão 2011


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          Rogério Lima Verão 2011


          rfg_det_ss11_019
          Mary Design Verão 2011


          rfg_ss11_54
          Printing Verão 2011


          .
          Lígia Nogueira Verão 2011 (kaftan), Isla Verão 2011 (clutch)


          FONTE:http://blog.minastrend.com

          Ansiedade

          quinta-feira, 20 de maio de 2010

          Victor Dzenk

          Muuuuuuuuuuuito BOM!!!!!!!! Desfile no MTP- verão 2010-2011.

          Bugingangas diferentes

          Designers apresentam joias inusitadas

          Joias são itens clássicos para homens e mulheres. Não é por isso, no entanto, que precisam seguir sempre a mesma fórmula, com peças iguais que não se renovam. Pensando nisso, 3 designers decidiram recriar peças de luxo em formas e propostas bem inusitadas.
          Para as mães que amam exibir as criações de seus pequenos, Tatiana Zaranoff teve uma ideia interessante: transformou o monstrinho feito pelo filho Gabriel em pingente. O sucesso foi tanto que, a partir de agora, ela aceita encomendas com obras de qualquer “artista”. Para encomendar ou conhecer mais o trabalho da designer, envie e-mail para contato@ellecinq.com.br. 

          Outra novidade são os acessórios masculinos inspirados no épico “Spartacus”, dirigido por Stanley Kubrick, nos anos 1960. Criadas por Karin Reiter, as peças são em prata escovada e tiras de couro, que recriam os adereços dos gladiadores romanos. As joias podem ser adquiridas nas lojas do MAM/Shopping Ibirapuera e MAB/FAAP, em São Paulo (SP). 
          Já Thais Guarnieri relaciona moda e arte utilizando a técnica da filigrana na construção com fios de prata e ouro. O resultado são peças com linhas sinuosas, que formam arabescos com aspecto de rendas. Intitulada “Árvores da Vida e suas Flores”, a 1ª coleção da designer tem inspiração na flora brasileira e é composta por colares, pulseiras e pingentes. 





          Fotos: Divulgação
          Juliana Wecki

          quarta-feira, 19 de maio de 2010

          Será que presta????

          Monange Dream Fashion Tour 
          Belo Horizonte vai ser palco de um novo evento de música, moda e beleza. O Monange Dream Fashion Tour conta com todo o glamour dos grandes desfiles em uma reunião especial de mais de 20 modelos internacionais - como as top models Daniela Sarahyba, Raica Oliveira, Izabel Goulart, Isabeli Fontana, Renata Kuerten e a presença das vencedoras do concurso “Menina Fantástica”.

          Para abrilhantar ainda mais o evento, Xuxa Meneghel será a anfitriã da noite, abrindo o desfile para público mineiro. O som do espetáculo fica por conta da banda Jota Quest, que vem se apresentando em toda a turnê do evento por 11 cidades brasileiras. Os desfiles do Dream Fashion Tour serão comandados por Zee Nunes, enquanto Daniel Ueda assina as criações que irão vestir as modelos e o stylist belorizontino Matheus Massafera cuida do visual das garotas. A produção dos looks conta com os calçados e acessórios desenvolvidos com exclusividade para o evento.
           
          Data: 
          Dia 22/05 
          Impropriedade: 
          Sob consulta
          Onde:
          Chevrolet Hall - Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230 – Savassi

           Observações: 
          Horário:
          Abertura da casa - 20h30
          Início do evento - 22h

          Ingressos:
          Pista
          R$30 (1º lote)
          R$50 (2º lote)
          R$60 (3º lote)

          Camarote
          R$80 (1º lote)
          R$100 (2º lote)
          R$120 (3º lote)

          (Estudantes pagam meia entrada)

          Venda de ingressos:
          Ticketmaster (
          www.ticketmaster.com.br)
          e bilheteria do Chevrolet Hall

          Fonte: Guia BH

          Momento Narciso


          Pop Art !

            terça-feira, 18 de maio de 2010

            Greyson Michael Chance- Paparazzi


            Se a Gaga tivesse ESSE talento aí....seria mais famosa que Jesus Cristo (como diria o Lennon)....

              BIENAL DO LIVRO EM BH

              Acontece de 14 até  23 de maio no Expominas, a Bienal do Livro de Minas 2010. É um evento que assim como diz o nome promove livros a sociedade, porém essa não é a única atração da feira, pois  há uma grande programação cultural, para crescer cada vez o gosto pela literatura das pessoas que visitam a bienal.
              A programação Cultural do evento parece ser muito divertida para pessoas de todas as idades, já que lá você terá a oportunidade de encontrar alguns de seus autores prediletos e discutir com eles temas da nossa sociedade como a globalização, família, empregos e amor. Para as crianças a Bienal reserva um espaço para teatros infantis e contadores de histórias, para que desde pequenas elas tomem gosto pela literatura.


              Mais detalhes no site: http://www.bienaldolivrominas.com.br

              segunda-feira, 17 de maio de 2010

              OU SAEM MINHAS COISAS OU SAIO EU!

              Resolvi vender algumas coisas que quase nunca usei baratinho, porque no meu ap não cabe mais nada! Aos poucos, colocarei mais coisas!

              KLIMT




              Gustav Klimt (Baumgarten, Viena, 14 de julho de 1862 — Viena, 6 de fevereiro de 1918) foi um pintor simbolista austríaco.
              Em 1876 estudou desenho ornamental na Escola de Artes Decorativas. Associado ao simbolismo, destacou-se dentro do movimento Art nouveau austríaco e foi um dos fundadores do movimento da Secessão de Viena, que recusava a tradição académica nas artes, e do seu jornal, Ver Sacrum. Klimt foi também membro honorário das universidades de Munique e Viena. Os seus maiores trabalhos incluem pinturas, murais, esboços e outros objetos de arte, muitos dos quais estão em exposição na Galeria da Secessão de Viena.

              Klimt foi o segundo dos sete filhos de Ernst Klimt (1832-1892), gravador de profissão, pertencente a uma família de agricultores da Boêmia, e de Anna (Flinster) Klimt (1836-1915), natural de Viena. Seus irmãos eram Klara (1860-1937), Ernst (1864-1892), Hermine (1865-1938), Georg (1867-1931), Anna (1869-1874) e Johanna (1873-1950).[1]

              Após concluir os estudos na “Escola Primária do VII bairro vienense”, Klimt é admitido, aos 14 anos, na "Escola das Artes Decorativas", ligada ao "Museu Austríaco Imperial e Real de Arte e Indústria de Viena",[2] onde foi aluno de Michael Rieser, Ludwig Minnigerode e Karl Hrachowina. Klimt adquiriu a prática de desenho ornamental, além de cursos sobre a teoria de projeções, perspectiva, teoria do estilo e outros temas que acompanhavam as aulas práticas. Em seguida, freqüentou a aula especializada de pintura de Ferdinand Laufberger e, após a morte deste (1881), a de Julius Vicktor Berger, ligado a Hans Makart.
              Dois dos irmãos de Klimt, Ernst e Georg, realizaram trabalhos para ele e também se formaram na Escola de Artes Decorativas.[3] A formação na pintura e no desenho a partir do "original histórico" e dos "métodos de cópias naturalistas", constituíam, até então, a base do curso. O trabalho de admissão de Klimt na Escola de Artes Decorativas, foi um desenho, segundo um molde de gesso, de uma cabeça feminina da Antiguidade.[1]

               Aluno da Escola das Artes Decorativas, no século XIX, que conseguiu dar início a uma grande carreira artística, impulsionado pelos seus professores e pelo diretor do Museu, Rudolf von Eitelberger. Michael Rieser utilizou seus serviços, bem como o de Franz Matsch (1861-1942) e do seu irmão Ernst, para os vitrais da "Igreja Votiva" – o primeiro grande edifício da "era da Ringstraße".[4]
              Klimt, Ernst e Matsch fundaram a Künstlercompagnie (Companhia dos Artistas), aproveitando-se do boom da construção. Através da empresa Fellner und Hellmer, especializada na construção de teatros, a Companhia dos Artistas conseguiu trabalhos.
              Mesmo depois de formados, Klimt, Ernst e Matsch, continuaram ligados à Escola. Uma carta dos três dirigida ao diretor do Museu (1884), reforça o desejo de serem contratados para grandes empreendimentos (demonstração de que Klimt tentou afirmar-se no mundo da arte historicista), principalmente na sua cidade natal: "(…) Os trabalhos que até agora realizamos foram… na sua maioria, para a província e o estrangeiro; o nosso maior desejo seria, por conseguinte, executar um trabalho importante na nossa cidade natal e teríamos talvez agora a oportunidade visto que as novas construções monumentais de Viena se aproximam do seu termo. De certo, a sua decoração pictórica vai ser exclusivamente atribuída segundo as partes mais importantes, ocupando, consequentemente, apenas os melhores artistas (…)".[5]
              O desejo de trabalhar na Ringstraße foi realizado (1886-1888). A Companhia trabalhou em quadros de tetos das escadarias do Teatro Imperial. Na época, Klimt criou os quadros A Carroça de Téspis, O Teatro do Globo em Londres, O Altar de Dionísio, O Teatro de Taormina e O Altar de Vênus. A decoração das imponentes escadarias do Museu da História da Arte, estava destinada a Hans Makart. Com a sua morte, a Companhia dos Artistas foi contratada para a conclusão: pintura dos quadros dos cantos e dos intercolúnios (espaços de pintura entre as colunas).
              As duas obras – a segunda, inicialmente destinada a Hans Makart, deveria se manter fiel ao modelo histórico – confrontaram Klimt com o "optimismo e a crença no progresso da burguesia liberal". Klimt colaborou com a decoração do Teatro Imperial e, também sob encomenda, fez o seu retrato. Em 1887, a Companhia é contratada pela Câmara Municipal de Viena para pintar o interior do antigo Teatro Imperial. Ao final dos trabalhos, Klimt é premiado com a "Cruz de Mérito de Ouro" (1888), pelos seus trabalhos nas escadarias do Teatro Imperial. Foi um momento importante para Klimt. O quadro [6] contribuiu para a obtenção do reconhecimento da sociedade vienense, sem, entretanto, seduzir Klimt a alinhar-se com a elite cultural que se intitulava, pouco antes da virada do século, como a verdadeira responsável pelo progresso material e cultural (Optimismo cultural da burguesia liberal).[1]

              Famoso como decorador de grandes edifícios culturais na Ringstraße, Klimt , junto com Matsch, foi encarregado pelo ministro da Educação, von Hartel, de criar os quadros para representar as alegorias das faculdades no salão nobre da universidade reconstruída na Ringstraße. Os quadros confiados à Klimt foram: A Medicina, A Filosofia e A Jurisprudência. Klimt rejeitou o tema desejado para os quadros - "A Vitória da Luz sobre a Obscuridade". Rejeitou a "glorificação das ciências racionais", diferindo, nas três composições, da "pintura histórica" em que ele próprio havia participado alguns anos antes. Coincidentemente, era o início da Secessão e os esboços, que iam pouco a pouco sendo expostos na Associação dos Artistas, provocaram um conflito que durou alguns anos.[7]
              A arte de Klimt não pretendia representar o papel racional e otimista da ciência universitária. Membros da faculdade colocaram-se contra os seus esquiços. A princípio, o ministro von Hartel ignorou a reação - protestos dos professores e ataques da imprensa conservadora - porém, a apresentação do projeto de Klimt para o segundo quadro (A Medicina) na "10ª Esposição da Secessão" (1901) reavivou a discussão. A ciência médica não estava ali representada segundo a corporação dos médicos. Nesta fase, Klimt revela a relação existente entre a cultura patriarcal e o elemento feminino, expõe a sua concepção do mundo como "…um protesto, uma contradição do passado, mas também como um projecto do futuro, de uma nova cultura feminina.". Juntamente com a corporação dos médicos, os meios estéticos dirigiam aos quadros de Klimt maldosas críticas contra a representação do nu, chegando a provocar o confisco de um número do Ver Sacrum, onde um projeto de A Medicina tinha sido publicado. O Ministério Público não viu razão para perseguir judicialmente a representação do nu, mas a reação pública com a exposição de A Medicina incomodou o "conselho imperial", que pretendia utilizar a arte como estratégia política. O ministro da educação, von Hartel, "protetor da Secessão", viu-se obrigado a justificar a encomenda do Estado e "…parece ter-se verdadeiramente convencido dessa responsabilidade." A nomeação de Klimt para o cargo de professor na Academia das Artes Decorativas é recusada pela primeira vez. Schorske reputa à recusa a aparência agressiva do terceiro quadro, A Jurisprudência, sobretudo a partir das alterações que Klimt efetuou entre os esquiços e a versão definitiva.
              Klimt não pode expor A Jurisprudência na "Exposição Universal de Saint-Louis" (1904) e entendia que a forma de exposição e expressão artísticas não deveriam sofrer imposições. De fato, decide rescindir o contrato de "Os Quadros das Faculdades" (1905). Devolve os honorários ao Estado, readquire os esquiços, sai do "grupo Klimt" da Secessão e vai à Berlim para participar na exposição da "Aliança dos Artistas Alemães". Aí, recebe o "Prémio Villa Romana".
              Os quadros A Medicina, A Filosofia e A Jurisprudência foram retomados à força pelo Estado e, por fim, foram queimados na "Baixa Áustria", em maio de 1945, no Castelo de Immendorf que foi incendiado pelas tropas SS em retirada.[1]

              Em 1883,com a inauguração do novo edifício da Universidade de Viena, encomendou-se a Gustav Klimt uma série de painéis que descrevessem o triunfo da luz sobre as trevas. Os afrescos deveriam ser alusivos às quatro faculdades: Teologia, Filosofia, Medicina e Jurisprudência. O primeiro painel, representando a Filosofia, foi de certa forma um choque. Em vez da descrição da Escola de Atenas, Platão ou Aristóteles, Klimt influenciado por Schopenhauer, representa o mundo como Vontade, em que os seres vagueiam.

              A obra de Klimt passa por fases diferentes: a primeira, é marcada por um carácter histórico-realista, também associada à dualidade de Viena (realidade e ilusão), desta época datam os desenhos para as alegorias "A Escultura" e "A Tragédia" (1896 e 1897).

              A sua última grande pintura mural é o Friso Stoclet (1905 a 1909). Adolphe Stoclet, um magnata belga a viver em Viena com a mulher, mandou construir um palácio, deixando-o a cargo do Wiener Werkstatte ("Ateliê Vienense"), no qual se destacavam o arquitecto Josef Hoffmann e Klimt. É aqui que o pintor experimenta uma mudança no estilo, surgem os motivos geométricos repetidos, deixando aparecer apenas algumas partes essenciais realistas, que permitem o seu entendimento. Aqui é usada uma cobertura ao estilo bizantino, bastante cerrada, como mosaicos, onde o realismo e a abstracção se confrontam.
              Em "O Beijo" (1907/08), baseado em si mesmo e na sua amante Emilie, a mulher fatal aparece submissa, comunica uma sexualidade latente. "O Beijo" constitui o auge do período dourado e torna-se o emblema da Secessão.
              Em "Dánae" (1907/08) a sua provocação afirma-se de modo mais óbvio, junto à figura da mulher ruiva adormecida surge aquilo que muitos interpretam como uma torrente de moedas de ouro e espermatozóides.

              Na primeira década do século XX o expressionismo faz com que o estilo dourado de Klimt deixe de ser usado. Em 1909 Klimt parte para Paris onde toma contacto com as obras de Toulouse-Lautrec e com o fauvismo. A partir de então, Klimt passa a usar cenários menos elaborados, deixando de lado os motivos geométricos e a sumptuosidade do ouro. Nesta fase pinta "O Chapéu de Plumas Negras" (1910); "A Vida e a Morte" (1916); "A Virgem" (1913), surgem também pinturas de jardins, paisagens campestres e do Castelo Kammer, que reflectem as influências do cubismo que surgia então. Há a inclusão de elementos naturais (a água, a vegetação), bem como de construções.

              As últimas obras de Klimt voltam-se para um lado mais erótico, claramente assumido. No seu atelier passeiam-se sempre algumas modelos nuas que ele observa e vai desenhando. Daí resultam mais de 3000 desenhos. Disso são exemplo os desenhos das suas modelos em poses e atitudes mais intimas: "Mulher sentada com as coxas abertas", "Adão e Eva", "A Noiva"” e "Masturbação feminina ". Na época acusaram Klimt em Ornamentação e Crime do seu exagero erótico. Para Klimt, a ornamentação enriquece o real.

              Com a morte da sua mãe em 1915 também a sua paleta se torna mais sombria, e as paisagens tendem para a monocromia. Em 1916 participa na exposição de Bund Österreichischer Kunstler na Secessão de Berlim com Egon Shiele, Kokoschka e Anton Faistauer.

              Klimt morreu a 6 de fevereiro de 1918 de apoplexia, uns meses antes do colapso do Império Austro-Húngaro, e foi enterrado no Cemitério de Hietzing (Viena). Ficam por acabar "O retrato de Johanna Staude" e "A noiva".



              1. ↑ a b c d FLIELD, Gottfried; Gustav Klimt (1862-1918) - O Mundo de Aparência Feminina. Editora Taschen. ISBN 3-8228-5208-2.
              2.  Ambas as instituições deviam a sua fundação ao florescimento da política e cultura liberais dos anos 60. Depois do "South Kensington Museum em Londres", o Museu de Arte e Indústria era o principal museu de artes decorativas do continente europeu.
              3.  Artistas que defendiam a "nova teoria" durante o "surto do modernismo" da virada do século, estavam ligados a esta Escola. Até a entrada em vigor da reforma escolar, pelo secessionista "Felician, barão de Myrbach", a Escola era considerada um centro da doutrina historicista da arte.
              4.  Na ocasião, muitos professores da Escola das Artes Decorativas se ocupavam de importantes construções na Ringstraße, onde também estavam localizados o Museu e a Escola.
              5.  Carta de 2 de fevereiro de 1884 para Rudolf von Eitelberger. "citação de:Nebehay, op.cit., 1969, pág. 81."
              6.  Sala dos espectatdores no antigo Teatro Imperial, 1888 (Zuschauerraum in alten Burgstheater). Guache sobre papel, 82x92cm. Viena, Historisches Museum.
              7.  Carl Schorske analisou o "drama" dos quadros projetados por Klimt como uma "crise do Eu liberal do artista" no seio da crise do liberalismo. "Carl Schorske|SCHORSKE, Carl: Wien - Geist und Gesellschaft in Fin-de-siècle. Francoforte (1992)"


              A Virgem, 1913 


              Óleo sobre tela, 190 x 200 cm 


              Praga, Náradni Galery


              Com "A Virgem" Gustav Klimt conta uma história: a jovem torna-se mulher, assiste-se ao seu despertar sexual que a levará ate ao êxtase amoroso. As diversas fases são figuradas pelo mesmo ser multiplicado, como em "Sonho", e essas partes do corpo feminino em poses e estados variados, parecem rodopiar num cenário florido como se uma câmara enlouquecida rodasse sobre si própria ao filmar estas cenas oníricas vistas do alto, como desafio à gravidade.