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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Von Stuck


Franz_von_Stuck
A tentação de São Antônio
Franz_von_Stuck2
O beijo da esfinge
Franz_von_Stuck4
Fauno e Nix
Franz_von_Stuck3
Inferno
Franz von Stuck

quinta-feira, 3 de março de 2011

Charuto


newton_charuto
foto Helmut Newton
Notorietatea prin portrete
René Burri mostrando o Che – foto Ştefan Socaciu
http://www.artbusiness.com/1open/images/firstth0310b12.jpg
Escultura Mel Ramos
Escultura de Robert Gober
http://imagecache6.allposters.com/LRG/15/1576/AOMDD00Z.jpg
Brent Lynch
Frederick Kiesler
Arquiteto Frederick Kiesler, no Life

Jack Vettriano
Winston Churchill
Winston Churchill fotografia de  Bettmann/Corbis

Buy Sigmund Freud  Founder of Psychoanalysis  Smoking Cigar from Allposters
Freud

Fonte: Blog do Favre

    quinta-feira, 18 de novembro de 2010

    Trilogia das Cores de Krzystof Kieslowski

    Talvez você, assim como muita gente, não goste do cinema europeu por achá-lo chato demais. E, na maioria das vezes é chato mesmo. Mas se toda regra tem uma exceção, Krzystof Kieslowski, cineasta polonês, é a exceção desse caso.

    Kieslowski fez ao total 23 filmes, dentre os quais se destacam Amator (1979) - que conta a história de um cineasta abandonado pela mulher - e o Decálogo (1988 - feito para tv), dividido em dez partes contando cada uma, um mandamento bíblico. O destaque é o sexto mandamento, Não Amarás, que conta a história de um jovem ("Entre o amor platônico e a violência do desejo", conforme anuncia o cartaz...) que corta os pulsos ao ser rejeitado por uma mulher mais velha.

    Mas sua obra-prima ainda estava por vir. Morando em Paris e desiludido com a política, Krzystof resolveu filmar as dores do mundo. A Trilogia das Cores, inspirada nas cores da bandeira francesa, e em seus significados, é um dos momentos mais poéticos do cinema nessa década.


    Bleu, A Liberdade é Azul, (1993) é o primeiro e é um drama. Julie (a bela Juliette Binoche de O Paciente Inglês) perde o marido (famoso compositor) e a filha pequena em um acidente de carro. Tenta se matar mas não consegue pois se acha fraca para fazer isso. Fica só. E ser livre é, muitas vezes, difícil. Um flautista de rua lhe diz que é preciso se agarrar a algo mas ela já não quer mais nada pois bens, recordações, amigos, vínculos, são tudo armadilha. Gostaria mesmo é de pular no espaço, no céu azul, mas no fundo sabe que não se pode renunciar a tudo. Kieslowski transforma dor em sublimação. Bleu é um filme silencioso mas todos os sentimentos são para qualquer um tocar. Cada um é livre para fazer o que quiser embora a liberdade maior seja estar vivo. A fotografia é linda e a trilha sonora, do inseparável Zbigniew Preisner, sinfônica e imponente.


    Blanc, A Igualdade é Branca, (1993) é o segundo e o mais perto que Kieslowski chega de uma comédia. Para Karol Karol (Zbigniew Zamachowski), estar vivo não é nada fácil. Polonês de Varsóvia, vai à Paris e é humilhado. Sua mulher, Dominique (a linda Julie Delpy de Antes do Amanhecer e Um Lobisomen Americano em Paris), pede o divorcio pois diz que Karol Karol não "consumou" o casamento (o que já é comédia demais, pois, imagina só, ser impotente com uma mulher linda como aquela, que ainda por cima, é francesa e lhe diz "se digo que te amo você não entende"!!! Ahh, é piada).

    Em Paris tudo dá errado, desde seu cartão de crédito ser cancelado até ser alvo de um tiro certeiro de um pombo. Acaba sem dinheiro, sem passaporte e sem esposa. Consegue voltar para a Polônia dentro de uma mala, mas ao chegar lá, a mala é roubada (sujeito de sorte esse). Quando, enfim, consegue chegar a sua casa, está todo arrebentado. Volta a trabalhar normalmente e com o tempo arquiteta um plano para montar uma fortuna que o possibilite aplicar as mesmas peças na ex-esposa, afinal, a igualdade é branca, como um véu de noiva, como a neve, como pombos voando e como um orgasmo. Blanc é cômico mas não chega a ser uma comédia. Kieslowski fez um belo filme que, se não fica a altura de Bleu e Rouge, com certeza alegra coração e alma. A trilha de Preisner é pontuada por tons melancólicos extraídos de clarinete com suavidade e, ás vezes, silêncios. Ah, eu já ia me esquecendo. A profissão de Karol Karol no ínicio do filme era cabelereiro...


    Rouge, A Fraternidade é Vermelha, (1994) é o terceiro e último e é simplesmente sublime. Parece mais uma poesia sem palavras amparada em uma fotografia magistral e no rosto de Irene Jacob (musa de Kieslowski que havia feito com ele, dois anos antes, o misterioso A Dupla Vida de Verónique) flutuando em tons vermelhos de carros, sinais fechados, bolas de boliche, outdoors, cerejas e sangue.

    Irene é Valentine, modelo suíça vivendo em Paris, longe do namorado ciumento. Sua história é interligada a de um jovem que estuda para ser juiz. Certa noite, Valentine atropela uma cadela e ao leva-la ao endereço da coleira, conhece um estranho senhor que passa seus dias ouvindo ligações telefônicas dos vizinhos. Desse encontro surge uma amizade iniciada em repulsa mas que, aos poucos, modifica a vida dos dois personagens. Kieslowski brinca e se diverte com os acasos, com destinos marcados para se cruzar pois a inevitabilidade existe, embora cada um tenha que viver a sua própria vida. Para ele não é difícil adivinhar os caminhos da vida. Basta se comunicar. Olhar nos olhos.

    Rouge é arrepiante e sua cena final, uma pequena surpresa, mas só para quem assistiu aos outros dois. Ravel passeia com seu Bolero em várias cenas e é a base da excelente trilha sonora de Preisner. Rouge transborda poesia e possibilidades, em silêncios comoventes, mesmo quando caí um cinzeiro, mesmo quando vidraças se quebram, mesmo quando um alarme de carro dispara. É tudo como se incendiássemos gelo. Água que escorre entre os dedos e deixa, por fim, as mãos molhadas...

    Consagrado internacionalmente após a trilogia, em 1995, Kieslowski abandonou as câmeras por que disse que estava achando tudo muito chato e preferia viver ao invés de fazer cinema. E não fez mesmo. Não teve mais tempo. Morreu de enfarto, aos 55 anos, em março de 1996.

    A Liberdade é Azul ganhou o Leão de Ouro em Veneza como melhor filme e melhor fotografia, tendo ainda Juliette Binoche como melhor atriz. Binoche também ganhou o Cesar que também foi concedido ao filme nas categorias melhor montagem e melhor som. Para fechar, três indicações ao Globo de Ouro: Melhor filme estrangeiro, melhor música e melhor atriz.

    A Igualdade é Branca deu o Urso de Prata em Berlim para Kieslowski como melhor diretor.

    A Fraternidade é Vermelha ganhou Cannes como melhor filme, o Cesar por melhor trilha sonora e foi indicado ao Globo de Ouro como melhor filme estrangeiro e ao Oscar como melhor direção, melhor roteiro e melhor fotografia.



    Vai aí uma excelente dica fora do circuito blockbuster!

    sábado, 13 de novembro de 2010

    Arte

    "Tramazul” é uma intervenção criada por Regina Silveira,  para o MASP, em imagem digital sobre vinil adesivo que recobre integralmente os vidros externos do Museu na extensão e altura de suas quatro fachadas.
    Regina Silveira é conhecida internacionalmente também por obras que interferem em espaços e edifícios, dentro e fora deles, como a instalação “Lumen” (2005) que cobriu o Palácio de Cristal do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri; a “Tropel Reversed” (2009), vinil adesivo de 700 m² sobre o Køge Art Museum, na Dinamarca; as instalações “Entrecéu”, no Museu da Vale, no Espírito Santo (2007); “Claraluz”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo (2003).
    A imagem de “Tramazul” é a de um céu azul com nuvens claras, próxima às imagens de céus que se refletem naturalmente nos vidros dos edifícios, com a diferença de estar construída como um gigantesco bordado em ponto de cruz. Um visual fantástico !

    sábado, 9 de outubro de 2010

    Loja transforma cotidiano em obras de arte

    Utilizar elementos que façam parte do cotidiano, de uma maneira inovadora e que fujam ao seus usos habituais. Esta foi a principal inspiração da Harvey Nichols para suas novas vitrines. Com objetos que fazem parte da rotina e normalmente teriam pouca atenção do grande público, nas montagens da grife britânica viraram verdadeiras obras de arte urbana.



    Nas lojas da marca no Reino Unido, acompanhamos o emprego de simples lápis formando árvores, fitas de vídeo sendo transformadas em piano de cauda, cavalos de plástico virando um carro, e livros como base para sofá. Todos eles em composições de cenários e manequins.  

     

    A utilização do laranja em contraste com as cores neutras quebra a sobriedade e confere aspecto lúdico aos cenários.

     

    domingo, 22 de agosto de 2010

    29ª Bienal de São Paulo

    Foto: Identidade visual da 29ª Bienal de São Paulo (2010)
    A 29ª Bienal de São Paulo está ancorada na ideia de que é impossível separar a arte da política. Essa impossibilidade se expressa no fato de que a arte, por meios que lhes são próprios, é capaz de interromper as coordenadas sensoriais com que entendemos e habitamos o mundo, inserindo nele temas e atitudes que ali não cabiam e tornando-o, assim, diferente e mais largo.
    A eleição desse princípio organizador do projeto curatorial se justifica por duas principais razões. Em primeiro lugar, por viver-se em um mundo de conflitos diversos, onde paradigmas de sociabilidade são o tempo inteiro questionados, e no qual a arte se afirma como meio privilegiado de apreensão e simultânea reinvenção da realidade. Em segundo lugar, por ter sido tão extenso esse movimento de aproximação entre arte e política nas duas últimas décadas, se faz necessário, novamente, destacar a singularidade da primeira em relação à segunda, por vezes confundidas ao ponto da indistinção.
    É nesse sentido que o título dado à exposição, “Há sempre um copo de mar para um homem navegar" – verso do poeta Jorge de Lima tomado emprestado de sua obra maior, Invenção de Orfeu (1952) –, sintetiza o que se busca com a próxima edição da Bienal de São Paulo: afirmar que a dimensão utópica da arte está contida nela mesma, e não no que está fora ou além dela. É nesse “copo de mar” – ou nesse infinito próximo que os artistas teimam em produzir – que, de fato, está a potência de seguir adiante, a despeito de tudo o mais; a potência de seguir adiante, como diz o poeta, “mesmo sem naus e sem rumos / mesmo sem vagas e areias”.
    Por ser um espaço de reverberação desse compromisso em muitas de suas formas, a mostra vai pôr seus visitantes em contato com maneiras de pensar e habitar o mundo para além dos consensos que o organizam e que o tornam ainda lugar pequeno, onde nem tudo ou todos cabem. Vai pôr seus visitantes em contato com a política da arte.
    A 29ª Bienal de São Paulo pretende ser, assim, simultaneamente, uma celebração do fazer artístico e uma afirmação de sua responsabilidade perante a vida; momento de desconcerto dos sentidos e, ao mesmo tempo, de geração de conhecimento que não se encontra em nenhuma outra parte. Pretende, por tudo isso, envolver o público na experiência sensível que a trama das obras expostas promove, e também na capacidade destas de refletir criticamente o mundo em que estão inscritas. Enfim, oferecer exemplos de como a arte tece, entranhada nela mesma, uma política.
    Equipe Curatorial
    Com curadoria de Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias, a 29ª Bienal de São Paulo conta, ainda, com um grupo de curadores convidados de procedências diversas, os quais contribuem para que o projeto tenha amplitude e densidade compatível com a vocação internacional que a instituição possui desde sua origem, são eles: Fernando Alvim (Angola), Rina Carvajal (Venezuela / Estados Unidos), Yuko Hasegawa (Japão), Sarat Maharaj (África do Sul / Reino Unido) e Chus Martinez (Espanha).
    O Lugar e o Tempo da Mostra
    A exposição contará com cerca de 160 artistas de diversas partes do mundo, sem tomar a origem territorial como valor de seleção. Nesse sentido, reafirma-se a abolição das chamadas representações nacionais, traço característico da Bienal de São Paulo até poucos anos, mas que não mais traduz a complexa rede de migrações e de trânsitos que marca a vida contemporânea. É importante para a 29ª Bienal de São Paulo, porém, enfatizar o lugar e o tempo a partir dos quais ela é organizada: desde o Brasil e desde um momento de rápida reorganização geopolítica do mundo.
    Bienal Estendida
    O projeto aqui anunciado não se esgota na apresentação de um conjunto articulado de obras, embora este seja, é evidente, seu núcleo e seu lugar de destaque. Tampouco se comprime apenas nas datas em que a exposição estará aberta. A 29ª Bienal de São Paulo se estenderá a várias outras partes, e começa desde agora. Por meio de seu programa educativo, de atividades discursivas, de residências artísticas e de seu website, ela se afigura como um projeto múltiplo que aposta na arte como forma de conhecer e mudar o mundo de uma maneira única. 
    Calendário

    20 de setembro de 2010


    9 às 17h - Pré-abertura para imprensa


    21 de setembro de 2010


    9 às 17h - Imprensa


    19h - Pré-abertura para convidados


    22 a 24 de setembro de 2010 


    19h - Abertura para convidados


    22 e 23 de setembro de 2010 


    Manhã e tarde - Professores (Programa Educativo)


    25 de setembro de 2010 


    10h - Abertura ao público


    12 de dezembro de 2010 


    Encerramento


    Horários de funcionamento


    De 2ª a 4ª feira: das 9 às 19h.


    5ª e 6ª feira: das 9 às 22h.


    Sábado e domingo: das 9 às 19h.

    Entrada gratuita
     Mais informações 

    segunda-feira, 9 de agosto de 2010

    Feninjer: brasilidade e inovação

     
     O portal UseFashion visitou a 51ª Feninjer e adianta nessa matéria as principais tendências expostas.  Cores, materiais e riquezas naturais do Brasil ganham destaque com a  Brasil Gem Show,  que passou a integrar o evento pela primeira vez,  com importantes pedristas do país, além do lançamento do livro "Materiais e pedras preciosas brasileiras", de Carlos Cornejo e Andrea Bartorelli. Confira!

    Nas coleções, a brasilidade pôde ser conferida através de turmalinas, calcedônias, ágatas, quartzos, peridotos e outras gemas e em formas e cores que remetem a beija-flores, araras, gaivotas, aranhas, orquídeas e bromélias, como na coleção da Byzanceinspirada na Mata Atlântica. 


    Tendências
    O caderno Preview Design de Joias e Bijuterias, editado pelo IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos) traz as tendências da joalheria nacional para o ano de 2011. Nesta edição, abre espaço para bijuterias e procura fazer com que empresários e designers se alinhem às mesmas inspirações e referências da joalheria.

        
     
    Acompanhe os temas apresentados este ano:

    "Eterno Retorno", que traz elementos clássicos da joalheria em roupagens rejuvenescidas e inusitadas; criações inspiradas em fantasia e humor infantil fazem parte de "Sonhando Acordado"; urbanidade, peças modernas e grandiosas caraterizam o tema "Luzes da Cidade"; "Naturalmente" foca a simplicidade aliáda à consciência ecológica; e "Brasileiro da Gema", como o nome diz, traz as principais gemas brasileiras.
    Sustentabilidade e inovação
    Silvia Blumberg, artista plástica carioca, buscou na sustentabilidade apoio para criação de suas peças. Resíduos de materiais poluentes de obras, como pó de tijolo, cimento e até mesmo asas de besouros, foram misturados a ouro, prata, diamantes e esmeraldas.
    Já a Goldbacker lançou uma pulseira que pode ser usada em forma côncava ou convexa, enquanto Guilherme Duque propõe o ouro verde, através de um tratamento diferenciado.
       

    quinta-feira, 29 de julho de 2010

    Michael Jackson vira “Jesus” aos olhos de David LaChapelle


    Com referências colhidas na história da arte, cultura pop e religião, o fotógrafo David LaChapelle inaugurou a mostra “American Jesus”, que vem com retratos nunca publicados de Michael Jackson feitos poucos dias antes de sua morte em 25 de junho de 2009.
    Beatification-Michael-Jackson-David-LaChapelleMichael Jackson no retrato “Beatification”, em cartaz na exposição “American Jesus” de David LaChapelle©Divulgação
    “Acredito que o Michael foi uma espécie de mártir americano. Mártires são perseguidos, Michael foi perseguido. Mártires são inocentes, Michael era inocente”, explicou LaChapelle, que foi amigo de MJ, ao jornal “WWD”.
    Na mesma entrevista, David LaChapelle ainda fala sobre o constante questionamento aos valores da igreja que pode ser encontrado em seus trabalhos. “Não posso condenar toda a Igreja Católica, seria preconceituoso da minha parte. O que eu estou fazendo é apontar uma ironia”, explicou sobre um dos retratos que mostra a figura papal montada num trono de riquezas e com vários garotos mortos aos seus pés.
    Thy-Kingdom-Come-David-LaChapelleRetrato “Thy Kingdom Come”, um dos mais polêmicos e fortes da exposição “American Jesus” ©Divulgação
    Além dos portraits de Michael e dos religiosos, a exposição também traz imagens da série “Rape of Africa”, uma delas com a supermodelo Naomi Campbell numa releitura do quadro “Venus e Marte”, de Botticelli.
    Rape-of-Africa-Naomi-Campbell-David-LaChapelleA supermodelo Naomi Campbell na releitura do quadro “Vênus e Marte”, de Botticelli ©Divulgação
    “American Jesus” fica em cartaz até o próximo dia 13 de setembro na Paul Kasmin Gallery, em Nova York.
    “American Jesus” por David LaChapelle
    QUANDO até 13 de setembroONDE Paul Kasmin Gallery, em Nova YorkCOMO CHEGAR veja o mapapaulkasmingallery.com
    Michael Jackson vira “Jesus” aos olhos de David LaChapelle
    ©David LaChapelle/Divulgação

    domingo, 25 de julho de 2010

    Joias em lã são aposta de artista

    Renata Porto se inspirou na joalheria africana para recente coleção
      

    Inspirada na joalheria africana, rica em sua variedade de cores, formas e texturas, Renata Porto apresenta sua nova coleção de acessórios. Os lançamentos contemplam colares, pulseiras, brincos e anéis, tudo desenvolvido com lã de carneiro. Algumas peças são fundidas em osso de choco, uma espécie de animal marinho. Essa técnica antiga de execução de joias não utiliza maquinários.
     “Toda jóia africana é muito presente devido à força de sua composição. Cada elemento constante no objeto tem uma presença significativa”, completa Renata.



        


    sábado, 17 de julho de 2010

    BUGIS DE LUXO

    Óculos de Alexandre Herchcovitch chegam ao Brasil em agosto
    Os óculos escuros parecem ser a nova fixação do estilista Alexandre Herchcovitch. Nas coleções para o inverno 2011 tanto feminina quanto masculina o acessório estava presente adornando os rostos dos modelos, resultado da parceria do brasileiro com a marca alemã MYKITA (a mesma que criou os óculos dourados da personagem de Sarah Jessica Parker em "Sex and the City 2") e que chegarão ao Brasil na categoria de item de luxo ao preço de R$ 1.790.

    Alexander Herchcovitch Femme Modelos que o estlista assina para Chilli Beans - Foto: Divulgação

    Bem mais acessível são os modelos que Herchcovitch criou para a Chilli Beans. Ele assina uma linha especial composta por quatro tipo de sunglasses diferentes, um para cada mês do ano. De agosto à dezembro os óculos com acabamento que imita madeira e detalhes coloridos devem adicionar charme ao visual dos fashionistas.

    Por enquanto, só resta esperar.
    http://br.fashionmag.com

    terça-feira, 13 de julho de 2010

    ARTE E MARKETING

    T & T é uma operadora de telefonia celular que soube como fazer umapromoção de sucesso. 

    Dê só uma olhada nestes criativos cartazes onde o foco é mostrar de uma maneira bonita e interessante a ótima cobertura dada pela empresa em todo o mundo. 

    Usando apenas mãos, um telefone, pintura e muita criatividade eles recriam o ambiente de diferentes países nessas belas peças, confira!