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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Von Stuck


Franz_von_Stuck
A tentação de São Antônio
Franz_von_Stuck2
O beijo da esfinge
Franz_von_Stuck4
Fauno e Nix
Franz_von_Stuck3
Inferno
Franz von Stuck

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Líbia

A Líbia é um país do norte da África que, há  semanas, passa por uma violenta crise política, com protestos e manifestações que exigem a saída do ditador Muammar Kadhafi. 
Sem desrespeitar a causa,  mesmo porque é bastante séria, dei uma olhada nos looks dos rebeldes:









 Estilosos esse rebeldes.

    segunda-feira, 7 de março de 2011

    Beijo

    http://leclownlyrique.files.wordpress.com/2010/06/ouka-leele-the-kiss.jpg
    Ouka Leele
    Especialmente para o Carnaval.

      quinta-feira, 3 de março de 2011

      Charuto


      newton_charuto
      foto Helmut Newton
      Notorietatea prin portrete
      René Burri mostrando o Che – foto Ştefan Socaciu
      http://www.artbusiness.com/1open/images/firstth0310b12.jpg
      Escultura Mel Ramos
      Escultura de Robert Gober
      http://imagecache6.allposters.com/LRG/15/1576/AOMDD00Z.jpg
      Brent Lynch
      Frederick Kiesler
      Arquiteto Frederick Kiesler, no Life

      Jack Vettriano
      Winston Churchill
      Winston Churchill fotografia de  Bettmann/Corbis

      Buy Sigmund Freud  Founder of Psychoanalysis  Smoking Cigar from Allposters
      Freud

      Fonte: Blog do Favre

        terça-feira, 18 de janeiro de 2011

        Claire Danes no Globo de Ouro 2011

        Simples e linnnnnnnnnnnnnnnndo! Não achei imagem das costas...o vestido é frente única.

        quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

        FELIZ NATAL!

        sexta-feira, 26 de novembro de 2010

        CUTE CUTE

        No próximo verão, a moda infantil será influenciada pelas roupas de gente mais velha, como pais e avós. É o que propõe a Elian em sua mais nova coleção, através de um vestuário repleto de referências tradicionais, repaginadas com toques lúdicos e cores para cianças.
        Para as meninas, o estilo retrô das avós é recriado em conjuntos, vestidos e blusinhas que parecem roupas de adultas. Laços, pérolas, lantejoulas, strass e glitter estão entre os principais detalhes das peças, que contam ainda com babados e drapeados.  
        Tons de vermelho e goiaba predominam na cartela de cores, acompanhados por marinho e branco. Há também peças com influências militares, em efeitos de camuflado formando borboletas, trabalhados em tons de lilás, marinho e preto. Nestes modelos, o balonê é destaque.
        Do esporte surgiram as referências para os lançamentos dos meninos. Em estilo college americano, as roupas recriam as características mais marcantes dos uniformes usados pelos atletas adultos. Predominam as camisetas e bermudas com listras e estampas de números e letras.
        Na cartela de cores deles se destacam preto, cinza, roxo e muito branco, coordenados com azul, vermelho e amarelo. Na porção masculina dos lançamentos, atenção especial para jeans com lavagens diferenciadas, bermudas estampadas em tactel e polos.

        Fotos: Divulgação
        Eduardo Pedroso

        quinta-feira, 18 de novembro de 2010

        Trilogia das Cores de Krzystof Kieslowski

        Talvez você, assim como muita gente, não goste do cinema europeu por achá-lo chato demais. E, na maioria das vezes é chato mesmo. Mas se toda regra tem uma exceção, Krzystof Kieslowski, cineasta polonês, é a exceção desse caso.

        Kieslowski fez ao total 23 filmes, dentre os quais se destacam Amator (1979) - que conta a história de um cineasta abandonado pela mulher - e o Decálogo (1988 - feito para tv), dividido em dez partes contando cada uma, um mandamento bíblico. O destaque é o sexto mandamento, Não Amarás, que conta a história de um jovem ("Entre o amor platônico e a violência do desejo", conforme anuncia o cartaz...) que corta os pulsos ao ser rejeitado por uma mulher mais velha.

        Mas sua obra-prima ainda estava por vir. Morando em Paris e desiludido com a política, Krzystof resolveu filmar as dores do mundo. A Trilogia das Cores, inspirada nas cores da bandeira francesa, e em seus significados, é um dos momentos mais poéticos do cinema nessa década.


        Bleu, A Liberdade é Azul, (1993) é o primeiro e é um drama. Julie (a bela Juliette Binoche de O Paciente Inglês) perde o marido (famoso compositor) e a filha pequena em um acidente de carro. Tenta se matar mas não consegue pois se acha fraca para fazer isso. Fica só. E ser livre é, muitas vezes, difícil. Um flautista de rua lhe diz que é preciso se agarrar a algo mas ela já não quer mais nada pois bens, recordações, amigos, vínculos, são tudo armadilha. Gostaria mesmo é de pular no espaço, no céu azul, mas no fundo sabe que não se pode renunciar a tudo. Kieslowski transforma dor em sublimação. Bleu é um filme silencioso mas todos os sentimentos são para qualquer um tocar. Cada um é livre para fazer o que quiser embora a liberdade maior seja estar vivo. A fotografia é linda e a trilha sonora, do inseparável Zbigniew Preisner, sinfônica e imponente.


        Blanc, A Igualdade é Branca, (1993) é o segundo e o mais perto que Kieslowski chega de uma comédia. Para Karol Karol (Zbigniew Zamachowski), estar vivo não é nada fácil. Polonês de Varsóvia, vai à Paris e é humilhado. Sua mulher, Dominique (a linda Julie Delpy de Antes do Amanhecer e Um Lobisomen Americano em Paris), pede o divorcio pois diz que Karol Karol não "consumou" o casamento (o que já é comédia demais, pois, imagina só, ser impotente com uma mulher linda como aquela, que ainda por cima, é francesa e lhe diz "se digo que te amo você não entende"!!! Ahh, é piada).

        Em Paris tudo dá errado, desde seu cartão de crédito ser cancelado até ser alvo de um tiro certeiro de um pombo. Acaba sem dinheiro, sem passaporte e sem esposa. Consegue voltar para a Polônia dentro de uma mala, mas ao chegar lá, a mala é roubada (sujeito de sorte esse). Quando, enfim, consegue chegar a sua casa, está todo arrebentado. Volta a trabalhar normalmente e com o tempo arquiteta um plano para montar uma fortuna que o possibilite aplicar as mesmas peças na ex-esposa, afinal, a igualdade é branca, como um véu de noiva, como a neve, como pombos voando e como um orgasmo. Blanc é cômico mas não chega a ser uma comédia. Kieslowski fez um belo filme que, se não fica a altura de Bleu e Rouge, com certeza alegra coração e alma. A trilha de Preisner é pontuada por tons melancólicos extraídos de clarinete com suavidade e, ás vezes, silêncios. Ah, eu já ia me esquecendo. A profissão de Karol Karol no ínicio do filme era cabelereiro...


        Rouge, A Fraternidade é Vermelha, (1994) é o terceiro e último e é simplesmente sublime. Parece mais uma poesia sem palavras amparada em uma fotografia magistral e no rosto de Irene Jacob (musa de Kieslowski que havia feito com ele, dois anos antes, o misterioso A Dupla Vida de Verónique) flutuando em tons vermelhos de carros, sinais fechados, bolas de boliche, outdoors, cerejas e sangue.

        Irene é Valentine, modelo suíça vivendo em Paris, longe do namorado ciumento. Sua história é interligada a de um jovem que estuda para ser juiz. Certa noite, Valentine atropela uma cadela e ao leva-la ao endereço da coleira, conhece um estranho senhor que passa seus dias ouvindo ligações telefônicas dos vizinhos. Desse encontro surge uma amizade iniciada em repulsa mas que, aos poucos, modifica a vida dos dois personagens. Kieslowski brinca e se diverte com os acasos, com destinos marcados para se cruzar pois a inevitabilidade existe, embora cada um tenha que viver a sua própria vida. Para ele não é difícil adivinhar os caminhos da vida. Basta se comunicar. Olhar nos olhos.

        Rouge é arrepiante e sua cena final, uma pequena surpresa, mas só para quem assistiu aos outros dois. Ravel passeia com seu Bolero em várias cenas e é a base da excelente trilha sonora de Preisner. Rouge transborda poesia e possibilidades, em silêncios comoventes, mesmo quando caí um cinzeiro, mesmo quando vidraças se quebram, mesmo quando um alarme de carro dispara. É tudo como se incendiássemos gelo. Água que escorre entre os dedos e deixa, por fim, as mãos molhadas...

        Consagrado internacionalmente após a trilogia, em 1995, Kieslowski abandonou as câmeras por que disse que estava achando tudo muito chato e preferia viver ao invés de fazer cinema. E não fez mesmo. Não teve mais tempo. Morreu de enfarto, aos 55 anos, em março de 1996.

        A Liberdade é Azul ganhou o Leão de Ouro em Veneza como melhor filme e melhor fotografia, tendo ainda Juliette Binoche como melhor atriz. Binoche também ganhou o Cesar que também foi concedido ao filme nas categorias melhor montagem e melhor som. Para fechar, três indicações ao Globo de Ouro: Melhor filme estrangeiro, melhor música e melhor atriz.

        A Igualdade é Branca deu o Urso de Prata em Berlim para Kieslowski como melhor diretor.

        A Fraternidade é Vermelha ganhou Cannes como melhor filme, o Cesar por melhor trilha sonora e foi indicado ao Globo de Ouro como melhor filme estrangeiro e ao Oscar como melhor direção, melhor roteiro e melhor fotografia.



        Vai aí uma excelente dica fora do circuito blockbuster!

        sábado, 13 de novembro de 2010

        Arte

        "Tramazul” é uma intervenção criada por Regina Silveira,  para o MASP, em imagem digital sobre vinil adesivo que recobre integralmente os vidros externos do Museu na extensão e altura de suas quatro fachadas.
        Regina Silveira é conhecida internacionalmente também por obras que interferem em espaços e edifícios, dentro e fora deles, como a instalação “Lumen” (2005) que cobriu o Palácio de Cristal do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri; a “Tropel Reversed” (2009), vinil adesivo de 700 m² sobre o Køge Art Museum, na Dinamarca; as instalações “Entrecéu”, no Museu da Vale, no Espírito Santo (2007); “Claraluz”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo (2003).
        A imagem de “Tramazul” é a de um céu azul com nuvens claras, próxima às imagens de céus que se refletem naturalmente nos vidros dos edifícios, com a diferença de estar construída como um gigantesco bordado em ponto de cruz. Um visual fantástico !

        sábado, 6 de novembro de 2010

        Meu preferido



        Yohji Yamamoto apoia toda a sua criação nas brincadeiras com o corpo humano. A sua ênfase é no tecido, explorado através de formas simples e eficazes. De estética tranquila e roupas volumosas, Yohji demonstra ter uma profunda sensibilidade humana.




        segunda-feira, 18 de outubro de 2010

        Imagem da Semana


        Mais explicações no blog: http://johnfinnemore.blogspot.com/.
        Porque não tenho paciência para explicar piada!!!!!!

        domingo, 17 de outubro de 2010

        Miss Máfia

        A gente acha que já viu de tudo, não é? Miss Universo, Miss Brasil, Miss Laje, Miss Gay, etc. Os húngaros lançaram o Miss Máfia.
        Exatamente, a moça só pode se inscrever se for bonita COM ANTECEDENTES CRIMINAIS. Não é uma l-o-u-c-u-r-a?
        Se você for  mafiosa, criminosa, ou já tem uma fichinha básica na polícia, se inscreva no site www.missmaffia.com e envie a foto de quando foi presa. Sim, você tem que comprovar seus antecedentes.
        O mais legal é que a final do concurso acontecerá em um bar de Budapeste que antes era conhecido como ponto de encontro de diversos mafiosos e ladrões.
        Quem vencer, ganhará um carro e um apartamento.
        Quem quiser conferir o site oficial, utilize o tradutor Google de húngaro para inglês ou português também, mas a tradução é bem ruim.
        Pensa que só tem lacraia? Que nada! Olha  algumas criminosas que se candidataram!


        Essa aí até parece comigo...Acho que vou espancar o Marcelo hoje ! rsssssss


        Já pensou de acontecesse aqui no Brasil? O que ia ter mulher matando para poder participar...

        sexta-feira, 15 de outubro de 2010

        Minas Acqua

        E a vencedora foi....A Juliana Cruz, da minha turma na UFMG. PQP, ela é phoda com PH!!!!!!!

        sábado, 9 de outubro de 2010

        Loja transforma cotidiano em obras de arte

        Utilizar elementos que façam parte do cotidiano, de uma maneira inovadora e que fujam ao seus usos habituais. Esta foi a principal inspiração da Harvey Nichols para suas novas vitrines. Com objetos que fazem parte da rotina e normalmente teriam pouca atenção do grande público, nas montagens da grife britânica viraram verdadeiras obras de arte urbana.



        Nas lojas da marca no Reino Unido, acompanhamos o emprego de simples lápis formando árvores, fitas de vídeo sendo transformadas em piano de cauda, cavalos de plástico virando um carro, e livros como base para sofá. Todos eles em composições de cenários e manequins.  

         

        A utilização do laranja em contraste com as cores neutras quebra a sobriedade e confere aspecto lúdico aos cenários.

         

        sábado, 2 de outubro de 2010

        Cool


         
        Você já se pegou vasculhando a gaveta de roupas em busca de uma camiseta que combinasse com o resto da roupa? Não encontra uma peça do vestuário que esteja de acordo com seu estado de espírito? Que tal usar uma camiseta que se encaixe perfeitamente em você, parecendo que foi pulverizada em seu corpo?
        Graças a uma mistura líquida feita de fibra de algodão, que pode ser pulverizada sobre o corpo, camisetas, vestidos, calças e até chapéus podem surgir em alguns minutos na sua própria pele.
        Idealizado pelo designer espanhol Manel Torres, o Fabrican literalmente carrega tecido em uma lata de aerosol. Depois de aplicar sobre a pele e aguardar cerca de 15 minutos a roupa é formada e pode ser retirada para lavar e reutilizar.
        Segundo o Daily Mail, Dr. Torres, em parceria com Paul Lackham, professor de Tecnologia de Partículas do Imperial College de Londres, imaginou criar um produto à base de fibra de algodão, polímeros e solventes.
        O legal, é que no momento em que você estiver entediado, pode diluir a camiseta e usar novamente para fazer algo novo ou reparar projetos antigos.
        “Para mostrar que a ciência e a tecnologia podem ajudar os estilistas, acabei por voltar aos princípios dos primeiros produtos têxteis”, explicou Torres.
        Pode parecer estranho à primeira vista, mas o designer está buscando uma maneira de criar tecidos mais adaptáveis ao corpo humano. No entanto, sua maior preocupação no momento é minimizar o aroma do produto.