quarta-feira, 16 de março de 2011

FASHIONISTA

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quarta-feira, 9 de março de 2011

Lady Gaga Desfila por Thierry Mugler na Paris Fashion Week

Lady Gaga em Thierry Mugler na Paris Fashion Week thumb Lady Gaga Desfila por Thierry Mugler na Paris Fashion Week


Lady Gaga em Thierry Mugler na Paris Fashion Week 2 thumb Lady Gaga Desfila por Thierry Mugler na Paris Fashion Week


 No segundo dia da Paris Fashion Week Outono-Inverno 2011/2012 o que chamou atenção na passarela do desfile da Thierry Mugler não foi, propriamente, a coleção dos estilistas Nicolas Formichetti e Sebastien Peigne.  A participação de uma modelo "diferente" chamou a atenção.

Foi ao som de “Government Hooker”, musica do seu próximo CD, que Lady Gaga mostrou seus dotes de modelo no desfile da Thierry Mugler. Uma coisa não se pode negar ela domina saltos altos como nenhuma outra modelo .. Será que alguém conseguiu prestar atenção na coleção da Thierry Mugler?


    segunda-feira, 7 de março de 2011

    Beijo

    http://leclownlyrique.files.wordpress.com/2010/06/ouka-leele-the-kiss.jpg
    Ouka Leele
    Especialmente para o Carnaval.

      quinta-feira, 3 de março de 2011

      Charuto


      newton_charuto
      foto Helmut Newton
      Notorietatea prin portrete
      René Burri mostrando o Che – foto Ştefan Socaciu
      http://www.artbusiness.com/1open/images/firstth0310b12.jpg
      Escultura Mel Ramos
      Escultura de Robert Gober
      http://imagecache6.allposters.com/LRG/15/1576/AOMDD00Z.jpg
      Brent Lynch
      Frederick Kiesler
      Arquiteto Frederick Kiesler, no Life

      Jack Vettriano
      Winston Churchill
      Winston Churchill fotografia de  Bettmann/Corbis

      Buy Sigmund Freud  Founder of Psychoanalysis  Smoking Cigar from Allposters
      Freud

      Fonte: Blog do Favre

        terça-feira, 1 de março de 2011

        Oscar























        Anne Hathaway: looks fan-tás-ti-cos pra uma apresentação fraquinha. (Quem fez a montagem das fotos  não sabe escrever, mas ok).


        A Michelle tá com a roupa da minha avó. (é um Chanel). Halle Berry impecável como sempre....
        Mas a Cate Blanchett fantasiada de cadeira Givenchy foi demais!
        E o pneuzinho nas costas até me deixou masi feliz (eita inveja.....)


        segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

        Delírios de consumo II

        Meia-calça de bolinhas...
         By Marc Jacobs

        domingo, 27 de fevereiro de 2011

        A BANDA CALYPSO



        Desfile Versace na Milan Fashion Week bem no estilo da Joelma do Calypso.


         Acho que Donatella poderia ser sua Personal Stylist!

        sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

        Cool

        Look da BCBG Max Azria, NYFW. Nada de espetacular, mas o contraste do preto com o branco, a transparência e as botas muito me agradam.

          terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

          Superação

          Quando vc acha que a Rihanna, não poderia piorar...
          O vestido é um Jean Paul Gaultier Haute Couture primavera – verão 2011, mas sei lá.

          domingo, 20 de fevereiro de 2011

          Delírios de consumo


          Casa na árvore e sapatinho vermelho....

            domingo, 6 de fevereiro de 2011

            Hell



            Já não aguento mais ver de Paty e Puta usar essa coisa, pode ser o diabo que for. Tudo bem, várias celebs e mudernas mundo afora adotaram os chamados cut off shorts. Mas o problema maior é  número de "bunitas" passeando com os shortinhos por aí ....ninguém merece a mistura : celulite+ estria+ rabo de fora + bolso aparecendo!

            sábado, 5 de fevereiro de 2011

            Cool

            Uma mulher caminha perto de um monte de lixo na cidade italiana de Milão. Por problemas na coleta, mais de 1.200 toneladas de entulho permanecem jogados pelas ruas.

              domingo, 30 de janeiro de 2011

              Será?

              A Warner Music lança a nova diva do pop music do Brasil ela se chama Erikka supernova, na verdade Erikka Rodrigues é uma ex-caloura do programa Raul Gil nos tempos da Record. ela dividia o palco com colegas de peso com Reinaldo, Liriel, Leila Moreno e  André Leono dentre outros. Ficou famosa cantando musicas da também diva Celine Dion. O melhor disso tudo, é que a cantora ressurge das cinzas como uma Fênix pronta para destronar a nova queridinha das Boates Gays do Brasil e do mundo Wanessa.
              

              Fonte: "Arte, Moda e comunicação"

              quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

              Fashion Rio

              Um coleguinha de sala do quinto período, fez um look outono-inverno pra Printing desfilado no Fashion Rio.
              Viva a UFMG e o talento do Marcus, é claro!!!




              terça-feira, 25 de janeiro de 2011

              Novo padrão unifica tamanhos de roupas



              Na hora de comprar uma roupa, a 1ª etapa é a escolha e a 2ª é a prova. É nesse momento que surge um problema enfrentado pela maioria dos brasileiros: dizer ao vendedor o tamanho que utiliza. Atualmente, isso depende de cada confecção. Entretanto, para resolver este dilema, as medidas estão começando a ser padronizadas. O procedimento já foi concluído no segmento infantil, está em andamento no masculino, e em breve abrangerá as roupas femininas também.




              Na ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) há uma comissão na parte têxtil e de vestuário para este assunto, desde 1981. Essa equipe fez uma norma, em 1995, a respeito da padronização do vestuário brasileiro. De acordo com a superintendente do Comitê Brasileiro de Têxteis e do Vestuário da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT/CB-17), Maria Adelina Pereira, na época a norma foi muito importante, inclusive foi usada em licitações. Mas não foi renovada, por isso, está obsoleta. Para que haja uma classificação específica para os tamanhos das roupas, a ABNT está fazendo uma nova classificação, em que estão sendo definidas as medidas das roupas masculinas. A estimativa é que seja concluída nos primeiros 6 meses de 2011.

              Primeiramente, está sendo feito um levantamento antopométrico para ver como está o corpo do brasileiro. O próximo passo é refinar os dados e levá-los à consulta popular para que possa virar norma. Com isso, na hora de comprar uma peça, o consumidor terá muito mais segurança.  Estabelecer os padrões de medidas brasileiras não é tarefa fácil. O Brasil é um país onde há miscigenação existe em abundância. De acordo com Maria Adelina, esse fator já apareceu quando as medidas do vestuário infantil foram padronizadas. "A norma não pretende criar um padrão único de corpo. Com a padronização haverá uma gama maior de tamanhos. Dentro das classificações de tamanhos haverá subcategorias. Por exemplo, no vestuário masculino serão 3 opções de tamanhos com suas subcategorias: atlético, normal e especial", explica.

              O objetivo da padronização é que sejam informadas as dimensões específicas do corpo. "Em vez de expressar apenas um tamanho, após a padronização, as novas etiquetas vão expressar qual a medida que o corpo veste", afirma Maria Adelina. A padronização tende a facilitar as exportações dos produtos têxteis brasileiros. "É um critério que está sendo introduzido no Brasil, mas que de novo não tem nada. Já é usado no mundo todo. Com isso, estamos mais próximos dos países desenvolvidos", ressalta o gerente de infraestrutura e capacitação tecnológica da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), Sylvio Napoli.

              É importante ressaltar que a padronização não é obrigatória. "É extremamente importante que fique claro que são normas brasileiras, mas nunca, em tempo algum, serão obrigatórias. São um trabalho de orientação e devem facilitar o trabalho do confeccionista. As etiquetas contendo os tamanhos são obrigatórias, mas aderir à padronização, não será," explicou Napoli.
              Ainda de acordo com Napoli, a classificação unificada dos tamanhos de roupas deve aumentar as vendas do segmento do vestuário pela internet."A padronização das medidas das roupas facilitará muito as vendas pela internet," ressalta.

              Quintess, que vende roupas femininas, já adecuou seu site ao novo modelo de negócio. Os tamanhos estão classificados de acordo com uma tabela de medidas inicilamente . Se a cliente não souber quais são suas medidas, o site disponibiliza uma fita métrica para ser impressa. Também mostra como medir cada parte do corpo.

              Fonte: Fashonmagbrasil




              terça-feira, 18 de janeiro de 2011

              Claire Danes no Globo de Ouro 2011

              Simples e linnnnnnnnnnnnnnnndo! Não achei imagem das costas...o vestido é frente única.

              quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

              FELIZ NATAL!

              segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

              Ilusão de ótica

              Machu Picchu


              sexta-feira, 26 de novembro de 2010

              CUTE CUTE

              No próximo verão, a moda infantil será influenciada pelas roupas de gente mais velha, como pais e avós. É o que propõe a Elian em sua mais nova coleção, através de um vestuário repleto de referências tradicionais, repaginadas com toques lúdicos e cores para cianças.
              Para as meninas, o estilo retrô das avós é recriado em conjuntos, vestidos e blusinhas que parecem roupas de adultas. Laços, pérolas, lantejoulas, strass e glitter estão entre os principais detalhes das peças, que contam ainda com babados e drapeados.  
              Tons de vermelho e goiaba predominam na cartela de cores, acompanhados por marinho e branco. Há também peças com influências militares, em efeitos de camuflado formando borboletas, trabalhados em tons de lilás, marinho e preto. Nestes modelos, o balonê é destaque.
              Do esporte surgiram as referências para os lançamentos dos meninos. Em estilo college americano, as roupas recriam as características mais marcantes dos uniformes usados pelos atletas adultos. Predominam as camisetas e bermudas com listras e estampas de números e letras.
              Na cartela de cores deles se destacam preto, cinza, roxo e muito branco, coordenados com azul, vermelho e amarelo. Na porção masculina dos lançamentos, atenção especial para jeans com lavagens diferenciadas, bermudas estampadas em tactel e polos.

              Fotos: Divulgação
              Eduardo Pedroso

              quinta-feira, 18 de novembro de 2010

              Trilogia das Cores de Krzystof Kieslowski

              Talvez você, assim como muita gente, não goste do cinema europeu por achá-lo chato demais. E, na maioria das vezes é chato mesmo. Mas se toda regra tem uma exceção, Krzystof Kieslowski, cineasta polonês, é a exceção desse caso.

              Kieslowski fez ao total 23 filmes, dentre os quais se destacam Amator (1979) - que conta a história de um cineasta abandonado pela mulher - e o Decálogo (1988 - feito para tv), dividido em dez partes contando cada uma, um mandamento bíblico. O destaque é o sexto mandamento, Não Amarás, que conta a história de um jovem ("Entre o amor platônico e a violência do desejo", conforme anuncia o cartaz...) que corta os pulsos ao ser rejeitado por uma mulher mais velha.

              Mas sua obra-prima ainda estava por vir. Morando em Paris e desiludido com a política, Krzystof resolveu filmar as dores do mundo. A Trilogia das Cores, inspirada nas cores da bandeira francesa, e em seus significados, é um dos momentos mais poéticos do cinema nessa década.


              Bleu, A Liberdade é Azul, (1993) é o primeiro e é um drama. Julie (a bela Juliette Binoche de O Paciente Inglês) perde o marido (famoso compositor) e a filha pequena em um acidente de carro. Tenta se matar mas não consegue pois se acha fraca para fazer isso. Fica só. E ser livre é, muitas vezes, difícil. Um flautista de rua lhe diz que é preciso se agarrar a algo mas ela já não quer mais nada pois bens, recordações, amigos, vínculos, são tudo armadilha. Gostaria mesmo é de pular no espaço, no céu azul, mas no fundo sabe que não se pode renunciar a tudo. Kieslowski transforma dor em sublimação. Bleu é um filme silencioso mas todos os sentimentos são para qualquer um tocar. Cada um é livre para fazer o que quiser embora a liberdade maior seja estar vivo. A fotografia é linda e a trilha sonora, do inseparável Zbigniew Preisner, sinfônica e imponente.


              Blanc, A Igualdade é Branca, (1993) é o segundo e o mais perto que Kieslowski chega de uma comédia. Para Karol Karol (Zbigniew Zamachowski), estar vivo não é nada fácil. Polonês de Varsóvia, vai à Paris e é humilhado. Sua mulher, Dominique (a linda Julie Delpy de Antes do Amanhecer e Um Lobisomen Americano em Paris), pede o divorcio pois diz que Karol Karol não "consumou" o casamento (o que já é comédia demais, pois, imagina só, ser impotente com uma mulher linda como aquela, que ainda por cima, é francesa e lhe diz "se digo que te amo você não entende"!!! Ahh, é piada).

              Em Paris tudo dá errado, desde seu cartão de crédito ser cancelado até ser alvo de um tiro certeiro de um pombo. Acaba sem dinheiro, sem passaporte e sem esposa. Consegue voltar para a Polônia dentro de uma mala, mas ao chegar lá, a mala é roubada (sujeito de sorte esse). Quando, enfim, consegue chegar a sua casa, está todo arrebentado. Volta a trabalhar normalmente e com o tempo arquiteta um plano para montar uma fortuna que o possibilite aplicar as mesmas peças na ex-esposa, afinal, a igualdade é branca, como um véu de noiva, como a neve, como pombos voando e como um orgasmo. Blanc é cômico mas não chega a ser uma comédia. Kieslowski fez um belo filme que, se não fica a altura de Bleu e Rouge, com certeza alegra coração e alma. A trilha de Preisner é pontuada por tons melancólicos extraídos de clarinete com suavidade e, ás vezes, silêncios. Ah, eu já ia me esquecendo. A profissão de Karol Karol no ínicio do filme era cabelereiro...


              Rouge, A Fraternidade é Vermelha, (1994) é o terceiro e último e é simplesmente sublime. Parece mais uma poesia sem palavras amparada em uma fotografia magistral e no rosto de Irene Jacob (musa de Kieslowski que havia feito com ele, dois anos antes, o misterioso A Dupla Vida de Verónique) flutuando em tons vermelhos de carros, sinais fechados, bolas de boliche, outdoors, cerejas e sangue.

              Irene é Valentine, modelo suíça vivendo em Paris, longe do namorado ciumento. Sua história é interligada a de um jovem que estuda para ser juiz. Certa noite, Valentine atropela uma cadela e ao leva-la ao endereço da coleira, conhece um estranho senhor que passa seus dias ouvindo ligações telefônicas dos vizinhos. Desse encontro surge uma amizade iniciada em repulsa mas que, aos poucos, modifica a vida dos dois personagens. Kieslowski brinca e se diverte com os acasos, com destinos marcados para se cruzar pois a inevitabilidade existe, embora cada um tenha que viver a sua própria vida. Para ele não é difícil adivinhar os caminhos da vida. Basta se comunicar. Olhar nos olhos.

              Rouge é arrepiante e sua cena final, uma pequena surpresa, mas só para quem assistiu aos outros dois. Ravel passeia com seu Bolero em várias cenas e é a base da excelente trilha sonora de Preisner. Rouge transborda poesia e possibilidades, em silêncios comoventes, mesmo quando caí um cinzeiro, mesmo quando vidraças se quebram, mesmo quando um alarme de carro dispara. É tudo como se incendiássemos gelo. Água que escorre entre os dedos e deixa, por fim, as mãos molhadas...

              Consagrado internacionalmente após a trilogia, em 1995, Kieslowski abandonou as câmeras por que disse que estava achando tudo muito chato e preferia viver ao invés de fazer cinema. E não fez mesmo. Não teve mais tempo. Morreu de enfarto, aos 55 anos, em março de 1996.

              A Liberdade é Azul ganhou o Leão de Ouro em Veneza como melhor filme e melhor fotografia, tendo ainda Juliette Binoche como melhor atriz. Binoche também ganhou o Cesar que também foi concedido ao filme nas categorias melhor montagem e melhor som. Para fechar, três indicações ao Globo de Ouro: Melhor filme estrangeiro, melhor música e melhor atriz.

              A Igualdade é Branca deu o Urso de Prata em Berlim para Kieslowski como melhor diretor.

              A Fraternidade é Vermelha ganhou Cannes como melhor filme, o Cesar por melhor trilha sonora e foi indicado ao Globo de Ouro como melhor filme estrangeiro e ao Oscar como melhor direção, melhor roteiro e melhor fotografia.



              Vai aí uma excelente dica fora do circuito blockbuster!